21 de novembro de 2010

Biografia da Banda Sum 41

 
Sum 41 - I Too Deep
                                 

O Sum 41 se formou em 1996, em Ajax, Ontario, Canadá, pelos adolescentes Deryck Whibley e Steve Jocz. Cone McCaslin foi recrutado somente em 1999, depois da banda ter tido vários baixistas. O grupo apostava numa mistura bem humorada de pop, punk e hip hop.
O nome da banda, Sum 41, é uma abreviação da expressão: “41 days into the Summer”, ou seja, 41 dias de verão, porque a banda foi formada no 41° dia do verão canadense.
Depois de criarem uma fita com algumas travessuras da banda (incluindo um roubo de pizzas com armas d’água), e enviá-la para várias gravadoras, em 2000 o Sum 41 assinou um contrato com a Island Records e no mesmo ano lançou o seu primeiro álbum: Half Hour of Power.
Em Maio de 2006, o integrante Dave Baksh (vulgo Dave Brownsound), saiu da banda, para trabalhar numa outra, a Brown Brigade.


Os integrantes são:
Deryck Whibley - (Guitarra, Vocal, Piano e Teclado)
Steve Jocz - (Bateria e Backing vocal)
Jason MacCaslin - (Baixo e Backing vocal)

Álbuns Lançados:
Half Hour Of Power (2000)
All Killer No Filler (2001)
Does This Look Infected? (2002)
Chuck (2004)
Underclass Hero (2007)

Biografia sobre a Banda Creed e sobre a Banda Alter Bridge.,

 Creed - One Last Breath


Diferente de bandas que demoram anos para atingir o reconhecimento, o Creed, já em seu primeiro trabalho, intitulado “My Own Prison”, obteve um grande sucesso. O álbum vendeu 30.000 cópias em apenas uma semana, surpreendendo crítica e público.
A formação da banda também foi inusitada. Tudo aconteceu porque Scott Stapp (vocal), após um problema em uma faculdade no Tennessee, decidiu se mudar para Talahassee, Flórida (1995), terra de Jim Morrison – um de seus maiores ídolos.
Uma semana depois de ter chegado, Stapp se encontrou com Mark Tremonti (guitarra), um amigo de longa data, e os dois começaram a tocar juntos. A primeira sugestão para o terceiro integrante da banda seria um amigo de Scott, que foi descartado rapidamente. Porém, muito antes da falta de um baterista tornar-se um problema, Scott Phillips, que estava morando no lugar do ensaio, tocou com Tremonti uma música do Living Colour, e pronto… lá estava o terceiro integrante da banda. Brian Marshall (baixo) se uniu ao grupo um tempo depois, quando sua antiga banda acabou.
Após inúmeras apresentações pelos bares de Talahassee, tocando covers, os rapazes decidiram investir em suas próprias músicas, registrando-as. Pode-se dizer que esse foi o marco inicial da história da banda.
Com algumas músicas e um promoter local interessado em ajudá-los, “My Own Prison” (que se tornaria a faixa-título do primeiro cd) foi levada para uma estação de rádio; o diretor do programa a adorou e, na semana seguinte, a canção já era a mais pedida pelo telefone. Em dois meses, o Creed vendeu 5.000 cópias por Talahassee, Tampa e Orlando. Conclusão: as gravadoras começaram a aparecer, mas o grupo preferiu assinar contrato com o selo independente récem-lançado “Wind Up” (distribuído pela BMG). A primeira providência da gravadora foi remixar o álbum (o Creed foi o primeira contratação do selo).
Os comentários sobre o cd são praticamente os mesmos: o som é pesado se comparado às bandas da região, que tocavam um rock comercial com tendências pop. Nas letras, sempre há uma referência religiosa, espiritual ou um questionamento sobre convicções - o que não é de se estranhar, já que Stapp é filho de um pastor. E alavancando todo esse sucesso estão os hits “Torn”, “My Own Prison” e “What's This Life For”, que chegaram ao topo da parada de rock da Billboard.
Alguns críticos mais afoitos encaram o Creed como “neo-grunge”, ou mesmo uma “imitação” de bandas de Seattle, como Pearl Jam e Nirvana, entre outras. Stapp se defende: "Se imitamos o Pearl Jam, por que nosso primeiro álbum vendeu três vezes mais que o mais recente disco deles?". Comentários a parte, isso acaba fazendo parte do marketing da banda.
Sua primeira excursão pela Europa foi durante o verão de 1999. Sua apresentação com remanescentes do The Doors no revival do Woodstock foi arrasadora, levando ao delírio cerca de 200.000 mil pessoas.
Em 28 de setembro de 1999, apesar do álbum de estréia ainda estar bem nas paradas, o grupo lança “Human Clay” (o cd entrou direto na primeira posição do Top 200 e permaneceu durante duas semanas consecutivas na Billboard), produzido por John Kurzweg - o mesmo de “My Own Prison”. O primeiro single, “Higher”, o qual a banda diz ser "uma utopia sobre sonhar com um mundo perfeito", é a quarta música do grupo a chegar ao primeiro lugar da parada de rock. “With Arms Wide Open” está no mesmo caminho, com repetidas veiculações na MTV americana - o clip não sai do Top 10 e a música já desponta entre as primeiras na Billboard.
A banda ainda gravou “Bound & Tied” para a trilha sonora do filme “Dead Man On Campus” - uma comédia de humor negro realizada pela MTV (Agosto, 1998) e um cover do Alice Cooper, “I’m Eighteen”, para a trilha sonora do filme “The Faculty” (A Prova Final).
Em novembro de 2001 foi lançado o Album "Weathered". A expectativa pelo lançamento era tanta que o álbum bateu récordes por semanas consecutivas na 1ª posição da Billboard. Seu 1º single "My Sacrifice" foi parar na 1ª posição das rádios. O 2º single foi "One Last Breath", que seguiu carreira semelhante.
Em 2004, com apenas três álbuns lançados e impressionantes mais de 25 milhões de cópias vendidas, a banda anuncia seu fim devido a falta de interesses em comum. Mark Tremonti, Myles Kennedy, Scot Phillips e Brian Marshall montam uma nova banda chamada Alter Bridge (praticamente uma formação do Creed sem o vocalista original) enquanto Scott Stapp segue em carreira solo.




Alter Bridge - In Loving Memory



Com o fim do Creed em 2003, Mark Tremonti e Scot Phillips durante jam sessions, resolveram criar um projeto que, segundo eles, pudesse ser mais instrospectivo, com mais sentimento, sem perder o peso e as melodias nas músicas. Para compôr o time foi chamado o baixista Brian Marshall (que já havia tocado no começo do Creed). Porém, faltava uma voz que representasse o poder das letras e das canções. Mark então se lembrou que uma banda chamada Mayfield Four havia tocado com o Creed em 1998, cujo vocalista era Miles Kennedy.
Miles, além de escrever boa parte das letras e de tocar guitarra, possui um registro muito equilibrado entre o grave e o agudo, atingindo notas altas e que, usando de técnicas de vocalização, transmite de maneira singular o sentimento da música.
Feitos alguns testes e ensaios, só faltava um nome. Alter Bridge siginifica "outra ponte", nome de um lugar que Mark era sempre impedido de ir pela sua mãe. Logo, estar com o Alter Bridge era ir além dos limites, tomar um outro rumo. E seguindo esse pensamento, o "ritual de iniciação" de Miles Kennedy foi saltar de Bungee-jump com todos os integrantes da banda.
O "debut" da banda foi com o álbum One Day Remains, em 2004. São em canções como In Loving Memory, Open your Eyes, Broken Wings e The End is Here que se percebe o peso, o trabalho nas músicas, o sentimento nas letras e nos vocais (Mark Tremonti agora canta mais que durante o Creed), além da adição de outra guitarra, que o Alter Bridge segue uma linha setentista, com elementos e arranjos atuais.

ELEITAS AS 10 BANDAS MAIS FAMOSAS DO MUNDO

1 - Pink Floyd: A lista de recordes da banda é extensa. Somente o disco Dark Side of the Moon (1973) ficou mais de 14 anos nas paradas americanas, e fãs estimam que 1 em cada 18 americanos tem o disco. As músicas são existenciais, profundas, elaboradas, e os shows seguiram a mesma linha. Na turnê de The Wall (1980), um muro foi erguido no palco, separando a banda do público. A fama e o dinheiro dividiram o Pink Floyd em 1985.

2 - Led Zeppelin: A mistura de blues e rock, o virtuosismo do guitarrista Jimmy Page e a sensualidade de Robert Plant foram uma mistura irresistível na década de 70. Os shows em estádios eram sempre grandiosos, e podiam durar até 3 horas. Em 1975, eram considerados a "maior banda de rock do mundo". Entre shows e gravações, ficaram conhecidos os excessos de álcool, drogas e confusões de seus membros. A banda suspende os trabalhos após a morte do baterista John Bonham, em 1980, voltando somente em 1985, para o Live Aid, e em 1994, para a gravação do Acústico MTV. Até hoje, são quase 500 semanas nas paradas inglesas.

3 - The Rolling Stones: Poucos fizeram shows tão grandiosos quando os Rolling Stones. Capazes de reunir 500.000 pessoas em Londres, em 1969, a banda conseguiu também ter mais lançamentos entre os 10 primeiros lugares tantos nas paradas inglesas quanto nas americanas. Até o fechamento desta pesquisa, foram 799 semanas nas paradas, e este número promete subir. Para quem dizia que não faria mais rock aos 50 anos, Mick Jagger ainda tem muitos sucessos para cantar.

4 - U2: A banda irlandesa faz jus ao posto de quarta maior banda desta lista. São mais de 1.100 semanas com sucessos, e os ingressos para seus shows podem se esgotar em questão de minutos, como em 2001, num show na Irlanda, onde os 80.000 ingressos foram vendidos em 45 minutos. Já foi considerada, por mais de uma publicação especializada, a banda mais bem sucedida do mundo.


5 - Queen: Tomando a medalha de ouro dos Beatles esta semana, o Queen é o mais novo líder das paradas inglesas, com 1.322 semanas, dominando boa parte do cenário musical dos anos 80. Mesmo após a morte de Freddie Mercury, a banda atrai fãs em todas as cidades onde o musical "We Will Rock You" estreou. Seu maior show foi aqui no Brasil: em São Paulo, no dia 20 de março de 1980, onde se apresentou para 131.000 pessoas. (As apresentações no Rock in Rio e outros festivais contaram com outras bandas).


6 - Dire Straits: A banda de Mark Knopfler está em quinto lugar no que se refere à quantidade de semanas nas paradas britânicas: são 1.136, ou cerca de 21 anos, contabilizando sucessos. Além disso, foi a responsável pelo primeiro vídeo clipe da MTV Europa ('Money for Nothing', 1985).
 

7 - Bruce Springsteen and the E Street Band: Bruce Springsteen é considerado o cantor que entende a alma americana. Seja na parceria de 16 anos com a E Street Band, ou na sua carreira solo, Bruce usa temas sociais em baladas ou rock n'roll, o que o levou a ser o artista que mais arrecadou com venda de discos e bilheteria em 2003 (aproximadamente US$ 132 milhões). Sua carreira também foi premiada com um Oscar e um Grammy em 1994 com 'Streets of Philadelphia'. São 412 semanas nas paradas inglesas.

8 - The Beatles: Sem dúvida, a banda com uma das maiores quantidades de recordes: são mais de 1 bilhão de discos, CDs e fitas vendidas, sendo que a coletânea 1 (2000) foi o álbum que vendeu mais rápido em toda a história: mais de 13 milhões de unidades em todo o mundo, somente no primeiro mês de vendas. Eram os líderes disparados de semanas nas paradas britânicas até o dia 05 de julho, quando o Guinness Book of Records os colocaram em segundo lugar, com exatamente 1.293 semanas, ou mais de 24 anos de sucessos acumulados!

9 - Bob Marley and the Wailers: A imagem de Bob Marley é tão forte até hoje que estima-se que 15% da renda do grupo Marley seja proveniente de camisetas, mochilas e chuteiras de futebol. Foram cerca de 20 anos de carreira, que o consagraram como o maior nome do reggae mundial. Sua morte em 1981 transformou-o em mito, tal qual John Lennon e Elvis Presley. Ficou cerca de 530 semanas nas paradas inglesas, principalmente por causa de Legend (1984), o disco de reggae mais vendido de todos os tempos.

 
10 - Fleetwood Mac: A banda inglesa foi formada em 1967 mas foi nos Estados Unidos que estruturou sua carreira. Durante as décadas de 70 e 80, foi responsável pela segunda maior vendagem de discos da história, com Rumours (1977), o qual ficou em primeiro lugar nas paradas por 31 semanas, e vendagem de 22 milhões de discos. Apesar do sucesso, as brigas internas — a banda era formada por dois casais, que se separaram na mesma época — o abuso de drogas e a troca constante de formação levaram a carreiras paralelas e a separação na década de 80. Foram 879 semanas nas paradas inglesas, inclusive com as compilações lançadas na década de 90.














Rock in Rio 2011

O Rock in Rio é o maior festival de música e entretenimento do mundo. Sempre zelando pela qualidade das atrações, o conforto do público e uma infraestrura impecável, é um evento feito para todas as tribos que movimenta a indústria fonográfica, o turismo e a economia.
A ideia vem do empresário brasileiro Roberto Medina, que realizou no mês de janeiro de 1985 sua primeira edição, em plena transição da ditadura para a democracia: o Rock in Rio convidou o Brasil a comemorar a liberdade.
Em suas nove edições, sendo três no Brasil (1985, 1991 e 2001), quatro em Portugal (2004, 2006, 2008 e 2010) e duas na Espanha (2008 e 2010), o Rock in Rio reuniu mais de 5 milhões de pessoas, que aplaudiram ao vivo 656 bandas. Foram mais de 780 horas de música com transmissão para mais de 1 bilhão de telespectadores em 80 países.
Com o mote Por um Mundo Melhor, o Rock in Rio sempre buscou o pioneirismo em seu modelo de negócios, visando uma atuação sustentável e socialmente responsável. Essa atitude vai desde a compensação das emissões de carbono até a escolha de parceiros com atuação socioambiental. O festival procura, além disso, o apoio direto a diversos projetos de sustentabilidade - ao longo dos últimos 10 anos, foram 4.803.357,00 de euros destinados a ações de educação e conscientização ambiental.
Porém, mais importante que essa atuação direta, é a mensagem que o festival busca espalhar: a ideia da união de todos através da música - estamos juntos e nossas pequenas atitudes no dia a dia têm grande impacto sobre o futuro do planeta.
O festival ocupará uma área de 150 mil m2, na Barra da Tijuca, com uma lagoa natural na paisagem e inúmeras atrações. Dentro da nova Cidade do Rock, uma infraestrutura completa vai oferecer conforto, segurança e muita diversão.


ROCK IN RIO CARD

Apesar do início da venda de ingressos ser em julho de 2011, quem quiser garantir presença antecipada no maior festival de música e entretenimento do mundo poderá comprar o Rock in Rio Card, a partir das 00h01 do dia 19 de Novembro. Será uma pré-venda feita exclusivamente aqui no site e custará R$ 190 (inteira) e R$ 95 (meia-entrada). Os ingressos comuns, que serão vendidos a partir de julho, também custarão esse mesmo valor.
Com o Rock in Rio Card, diferente do ingresso comum, você não precisa decidir agora o dia que quer ir. Quem compra o Rock in Rio Card garante sua presença no festival, mas só escolhe o dia em que irá a partir de 11 de Janeiro até 31 de Maio de 2011. A partir desta data, a sua escolha estará sujeita à disponibilidade para o dia. Portanto, a melhor opção é comprar o Rock in Rio Card e já garantir sua presença na Cidade do Rock. Assim você já sabe que, quando for divulgada a programação de todos os shows, inclusive aqueles dos sonhos, você pode ser o primeiro a confirmar presença no dia desejado antes da venda oficial dos ingressos!
O Rock in Rio Card é uma pré-venda especial e exclusiva, por isso existe um limite de compra de cinco Rock in Rio Cards por CPF: quatro entradas inteiras e uma meia-entrada. Quem deseja ir em todos os dias ou comprar mais de uma meia-entrada, pode adquirir os ingressos comuns a partir de Julho. Serão permitidos cinco ingressos por dia por CPF (quatro entradas inteiras e uma meia-entrada).
Para estudantes que querem comprar meia-entrada, o comprovante deverá ser validado entre o dia 11 de Janeiro e 31 de Maio de 2011 em www.rockinrio.com.br e será necessário mostrar no dia do festival para entrar na Cidade do Rock.
O pagamento pode ser feito por cartão de crédito (VISA, Mastercard, Diners ou American Express) e pode ser parcelado em até 4 vezes sem juros (parcelamento disponível só para Visa e Mastercard). A entrada para o Rock in Rio permite acesso a todas as áreas e atrações da Cidade do Rock.
É importante destacar que serão acrescidos os valores de correios para a entrega do Rock in Rio Card em domicílio.
O Rock in Rio Card é uma pré-venda exclusiva e limitada, por isso corra e garanta logo o seu!
O Rock in Rio Card chegará em uma caixa personalizada no endereço indicado – e, por isso, pode se tornar uma alternativa criativa de presente de Natal. Fica a dica!


Red Hot Chili Peppers, Snow Patrol e Capital Inicial confirmados

A banda norte-americana Red Hot Chili Peppers é a segunda atração internacional confirmada para o Rock in Rio 2011.
Eles foram responsáveis por atrair o maior público da história do festival na terceira edição, em 2001, tocando para nada menos que 250 mil pessoas – o que foi também o maior público de sua carreira.
Consagrado no mundo inteiro como um dos mais importantes da história do Rock’n’Roll, o grupo formado por Anthony Kiedis (vocal), Flea (baixo), Chad Smith (bateria) e Josh Klinghoffer (guitarra) vai comandar o Palco Mundo sendo a principal atração do dia 24 de setembro, segundo dia do festival, que estamos chamando de Dia Rock.
A tarefa de representar o Rock’n’Roll será dividida com a banda britânica Snow Patrol e a brasileira Capital Inicial, outras duas confirmadas para tocar nesse dia!
São mais alguns nomes anunciados com quase um ano de antecedência, para mostrar que este Rock in Rio reunirá, mais uma vez, os maiores nomes do rock e do pop mundial – nacionais e estrangeiros, clássicos e contemporâneos, oferecendo um belíssimo retorno à cidade onde essa grande festa da música nasceu.

E não se esqueçam, a partir da próxima sexta-feira, dia 19/11, começam as vendas do Rock in Rio Card, a melhor opção para garantir presença antecipada no festival e dar de presente às pessoas especiais.

10 Melhores Musicas do Rock Nacional

  • CPM 22 - Não Sei Viver Sem Ter Você
  • Legião Urbana - Dezesseis
  • Charlie Brown Júnior - Só Por Uma Noite
  • Pitty - Máscara
  • Bidê ou Balde - Mesmo Que Mude
  • Detonautas - Outro Lugar
  • Engenheiros do Hawaii - O Papa é Pop
  • Cachorro Grande - Sinceramente
  • B5 - Só Mais Uma Vez
  • Forfun - Sigo o Som